quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Uso de tecnologia na sala de aula ajuda a prender a atenção dos alunos.


Por: Carlos Wizard Martins

O ser humano vive em uma constante evolução. Isso é um fato. É inerente a qualquer indivíduo identificar e assimilar mudanças que estão ao seu redor. É dessa forma que fomentamos a criatividade e criamos inovações para as dificuldades do dia a dia.
Devido à nossa constante sede de evoluir, ao longo do tempo a humanidade foi mudando conceitos, adaptando comportamentos e convergindo conhecimentos. Sendo assim, o ser humano foi criando formas de se aproximar cada vez mais de seus semelhantes e aperfeiçoou suas comunicações a ponto de não existirem mais distâncias que não pudessem ser vencidas.
Hoje em dia as crianças já nascem conectadas. Bebês que mal aprenderam a andar já sabem destravar smartphones. Meninos e meninas que ontem descobriram o bê-a-bá hoje já estão postando no Facebook e compartilhando fotos no Instagram. 
Diante desse cenário, no qual cada dia uma distração diferente é criada, é inevitável o surgimento de um embate com o modelo de educação básica no Brasil, que há mais de meio século se mantém dentro das mesmas diretrizes, sem nenhuma evolução concreta.
Se há 60 anos já era um desafio manter a atenção e o interesse de alunos que não tinham em mãos ferramentas que os dispersassem, hoje em dia essa tarefa se tornou impossível, uma vez que a lousa e o giz competem com iPhones e Androids recheados de aplicativos e jogos extremamente atrativos.
O que é preciso entender é que a educação, hoje, precisa adquirir um novo formato, no qual a comunicação não seja mais unilateral, e sim uma conversa de mão dupla. O aluno precisa se engajar não somente com o professor, como também com seus colegas de classe.
A tecnologia pode e deve facilitar este trabalho, instigando a troca de informações e conhecimento, além de fornecer uma análise mais completa e precisa de cada estudante.
Dessa forma, o professor pode direcionar o conteúdo pedagógico de forma personalizada, acompanhando o aprendizado de cada aluno individualmente. É o conceito da cauda longa aplicada à docência. Ferramentas incríveis como a Khan Academy já aplicam esta ideia e seus usuários alcançam resultados expressivos e valiosos.
Acredito que a educação deveria iniciar um trabalho analítico e criativo para se adaptar a esses novos tempos, trazendo para as salas de aulas sistemas de ensino que se baseiam nas mesmas premissas dos jogos e das redes sociais, estimulando os alunos a interagirem entre si e buscar o aprendizado de forma natural, lúdica e intuitiva.
Conceitos simples como destravar badges a cada lição concluida e apostilas baseadas em gamificação podem colocar a criança e o adolescente dentro de um meio ao qual ele já está acostumado e criar um interesse maior, além de uma vontade de evoluir, subindo níveis de um jogo que favorece o aprendizado.
Obviamente, para que isso aconteça, esbarramos em barreiras burocráticas e estruturais. Para mudar o sistema atual, precisamos de um empenho político forte e da consciência de que um trabalho como esse merece uma atenção a longo prazo. São atitudes que trarão uma mudança profunda no sistema de ensino do país, mas que, a meu ver, serão muito benéficas.
Outro entrave é a desigualdade social e o escoamento de recursos públicos em nosso país que, infelizmente, proporciona cenas tristes como a de salas de aula que sequer possuem lousas e carteiras para seus alunos. Fica difícil acreditar que aparatos tecnológicos conseguirão chegar a locais como esses.
Diante de tantos desafios, é desanimador imaginar que tais mudanças um dia irão ocorrer. Entretanto, por mais difícil que isso possa parecer, um primeiro passo precisa ser dado. Não podemos postergar a evolução de ensino no Brasil.
Com o perdão do lugar comum, mas o futuro do nosso país depende de uma educação forte, eficiente e democrática, onde o aprendizado possa chegar tanto para o aluno de grandes cidades, com recursos como, também, para o ribeirinho que tem nessa ferramenta uma esperança para melhorar de condição. A educação é o maior agente de transformação de uma nação e, assim como o ser humano, ela tem de estar em constante evolução.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/05/11/uso-de-tecnologia-na-sala-de-aula-ajuda-a-prender-a-atencao-dos-alunos.htm

Seria esse o caminho?


E a humanização fica onde?

Onde Iremos nós?


Tecnologia,
Informação,
Comunicação
E globalização.

Conceitos
Economia
Mecanização
Produção

A humanidade é uma espaçonave
Guiada por quatro motores

São eles:

Ciência, técnica, economia e lucro.

Esses sempre foram os impulsionadores de toda evolução
Seja cultural, econômica ou educacional.

Postado por: Wagner Barbosa e Fernando Villa.

As tecnologias na Educação e no Processo Ensino Aprendizagem.


O vídeo  acima trata da importância da evolução e da informatização da educação. Falando a respeito das tecnologias na Educação e no processo de Ensino Aprendizagem. 

Educação e tecnologia tendem a ser indissociáveis, desde os primórdios das civilizações. No início do pensamento social já se falava em uma sistematização inclusiva da educação onde uma simples ideia ou invenção pode mudar toda a história do universo educacional. Com a invenção de novas ferramentas, surgem formas de difusão da educação pois ao adicionarmos mais tecnologias ao contexto educacional as oportunidades se exponencializam... 

Ao final existe o questionamento se "estamos fazendo algo de concreto para contribuir com a continuidade dessa evolução". E aí, será que estamos? 

Fonte do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ZppdHYCtQx8

Créditos: "Curso de Pós Graduação em Educação Profissional e Tecnológica - IFES".  

Evolução dos Computadores



Ao contrário da maioria das grandes invenções da história, o computador não tem um inventor. Essa máquina surgiu e vem sendo aprimorada desde a Idade Antiga, passando por um processo evolutivo tão expressivo quanto sua importância para a sociedade contemporânea.

Tudo começou na necessidade dos povos antigos de realizar contagens (computar = contar). Assim, quando se chegou ao momento em que tais contagens não poderiam mais ser feitas apenas com os dedos ou pedras, foram sendo arquitetados novos dispositivos que pudessem desenvolver cálculos sem maiores trabalhos.

O primeiro invento dessa linhagem foi o ábaco, um aparelho mecânico constituído de hastes paralelas e contas (pequenas esferas) que poderiam ser movimentadas e, de acordo com sua posição, representava o número trabalhado. Esse dispositivo possibilitava cálculos de até 5 dígitos, e, quando utilizado com habilidade, desenvolvia contas tão rapidamente quanto uma calculadora moderna. Para tanto, hoje em dia, o ábaco ainda é utilizador por comerciantes em algumas regiões da Ásia.

Depois do ábaco foram criados outros aparelhos, também analógicos, capazes de realizar contagens, como os ossos de napier, a pascalina (primeira calculadora mecânica do mundo), a máquina de Leibniz, o tear automático, a máquina de diferenças, a máquina analítica de Babbage, o tabulador automático, entre outros. Todos esses aparelhos surgiram por aperfeiçoamento, ou seja, quando um não realizava determinada tarefa, o próximo era criado a fim de suprir tal necessidade. Essa evolução não foi um processo rápido como nos dias atuais, visto que, naquela época os recursos eram mais restritos.

Os aparelhos analógicos foram aprimorados até dar origem, enfim, aos aparelhos digitais, todos esses que utilizamos hoje. As máquinas continuaram a ser aperfeiçoadas, passando, agora, a serem divididas em gerações.

A primeira geração é a dos eletro-eletrônicos, computadores de tamanhos exponenciais, compostos por numerosas válvulas. O primeiro dessa fase foi o Z1, um eletromecânico que passou por constantes melhoramentos, dando origem ao Z2, Z3 e Z4. Teve-se, ainda o Mark-1, que ocupava 120 m² e realizava 10 multiplicações em 3 segundos, e o ENIAC, primeiro eletrônico desenvolvido, que pesava 30 toneladas, 5,5 metros de altura e 25 de comprimento!

A segunda geração é marcada pelos transistores, que tiveram a função de substituir as válvulas, por serem menores, mais rápidas e mais duradouras. Dentre a ordem dos computadores transistorizados tivemos o TX-0 e o PDP-1.

Já a terceira geração é marcada pelos circuitos integrados, uma nova tecnologia que propiciava a síntese dos transistores e válvulas numa pequena placa de silício, o chip. A utilização do chip trouxe uma série de benefícios como, a redução de tamanho dos computadores, velocidade, baixo custo e baixo consumo de energia. OIBM e o PDP-11 foram os principais modelos que fazem parte dessa geração.

A quarta e atual geração é a dos microprocessadores, dispositivos eletrônicos encapsulados num chip possuindo uma unidade de controle, uma unidade lógico-aritmética e uma memória interna. O uso do microprocessador tornou o computador ainda mais rápido, com menor consumo de energia e dotado de memórias cada vez maiores.

Hoje presenciamos um cenário de constante inovação, com máquinas cada vez mais modernas, e que mais bem atendem às necessidades de uma sociedade amplamente aderida ao advento da tecnologia.

Referências Bibliográficas
CORNACHIONE, Edgar B. Jr. Informática. Atlas: São Paulo, 2001.

Fonte: http://www.infoescola.com/informatica/evolucao-dos-computadores/




Postagem feita por: Wagner Barbosa e Fernando Villa